O guia do desenvolvimento infantil: conheça as etapas

desenvolvimento infantil

Não adianta negar, em algum momento, você já se perguntou se o desenvolvimento do seu filho está indo como o esperado. Talvez você não tenha essa mania, mas é bastante comum fazer comparações com outras crianças, para entender se tudo está normal.

A gente já avisa: o melhor modo de saber isso é conhecer o que os estudos de Psicologia e Pedagogia têm a ensinar. Eles são baseados na ciência e em dados estatísticos, dando, assim, uma orientação mais confiável.

Por isso, conversamos com Amanda Ferraz, psicóloga infantil, que atende crianças de até 7 anos e dá orientação aos pais. Depois de conhecer as dicas dela, com certeza, você vai conseguir entender melhor todo esse universo.

Aqui, você vai descobrir alguns marcos de cada idade, quais os comportamentos comuns e como estimular melhor o desenvolvimento infantil. É só continuar com a gente!

Qual a importância de acompanhar o desenvolvimento das crianças?

A infância não é apenas um estágio de muitas brincadeiras e diversão. Ela é uma passagem importante na vida. Por isso, precisa ser saudável para que a criança — e o adulto em que ela vai se transformar — tenha felicidades e conquistas.

Saber o que está acontecendo com o filho nos ajuda a entender melhor suas necessidades e dificuldades, impedindo que problemas atrapalhem seu bem-estar.

Antes que você continue a leitura, preste bastante atenção: o que vamos falar aqui não é para ser encarado como regras rígidas. É possível que, por exemplo, a criança ainda não se encaixe em determinada característica, mas, mesmo assim, seja saudável e inteligente, está bem?

Quais os tipos de desenvolvimento infantil?

Primeiro, vamos dar a você uma noção dos principais pontos avaliados no desenvolvimento infantil:

  • físico: tem relação com habilidades do corpo, como levantar o tronco, engatinhar e andar;
  • cognitivo: aqui, tem a ver com o processamento de informações pela mente, como falar, compreender a linguagem e resolver problemas;
  • social: nesse tipo, a criança começa a ter outras relações, além daquelas com seus pais. Ela passa a interagir com colegas e amigos e a aprender normas sociais;
  • afetivo: tem relação com o aspecto emocional, como birras, ciúmes e empatia.

Quais são as fases do desenvolvimento infantil?

Para início de conversa, é preciso dizer: existem muitas teorias, e cada autor de Psicologia ou de Pedagogia aplica uma diferente. Assim, é possível que, volta e meia, algumas entrem em conflito.

Aqui, vamos comentar sobre duas visões. A primeira entende o desenvolvimento infantil a partir de 3 infâncias. A segunda é a de Piaget, uma das mais clássicas. Olhe só!

O desenvolvimento infantil segundo a teoria das 3 infâncias

Bem, essa é a primeira delas. Então, conheça sua divisão!

Primeiríssima infância

A primeiríssima infância vai do 0 aos 3 anos incompletos. Também é chamada de fase dos 1.000 dias e é considerada uma das mais importantes.

Nesse período, muitas e aceleradas mudanças acontecem no cérebro do bebê. Cada experiência possibilita uma enorme aprendizagem. “Ele presta atenção a tudo ao redor. A partir do primeiro ano, já identifica diferenças nas principais cores, devido ao desenvolvimento da visão”, conta Amanda Ferraz.

Além disso, essa é uma fase em que toda a musculatura vai se fortalecendo bem rápido, para que o bebê comece a engatinhar e a andar. A cognição também está acelerada, o que facilita a habilidade de se comunicar.

Primeira infância

A primeira infância vai dos 3 aos 7 anos. As maiores mudanças estão no desenvolvimento físico, motor e psicológico. Os pequenos já saltam, correm e sobem escadas. Podem se vestir sozinhos e amarrar cadarço (ainda que não perfeitamente).

A partir dos 3 anos, também, já sentem menos dificuldade quando precisam se separar da mãe. A imaginação é tão ativa, lá pelos 4, que muitos medos surgem (como o do escuro). Por isso, não se assuste tanto se os pesadelos começarem.

Ainda, eles costumam ser curiosos e investigativos. Então, todo cuidado com escadas, janelas e outros perigos é pouco.

Segunda infância

A segunda infância vai dos 7 anos aos 12 anos incompletos. “Chamo de fase silenciosa, pois o crescimento e o desenvolvimento infantil não são tão perceptíveis quanto nos anos anteriores. As maiores mudanças são no aspecto psicológico e emocional”, declara Amanda. Por exemplo, as crianças nessa idade já demonstram preferência por alguns amigos.

É, também, uma fase em que elas começam a ganhar independência: já conseguem realizar muitas atividades sem ajuda. A psicóloga chama a atenção para, apesar disso, não deixar de observá-las: “Elas gostam de fazer sozinhas e provar que dão conta, mas é importante estar próximo e saber o que o filho está fazendo”.

O desenvolvimento infantil segundo Piaget

Agora, a Amanda nos explica o desenvolvimento infantil de acordo com a perspectiva de Piaget. Ele foi um biólogo e psicólogo bastante relevante, que conseguiu chegar a essa teoria por meio de anos de observação de várias crianças, inclusive seus filhos. Vamos acompanhar?

Período sensório-motor

Vai do 0 aos 2 anos, e o foco dessa fase são as sensações e os movimentos”, explica a psicóloga. “O bebê é extremamente sensorial. Por isso, coloca tudo na boca. Essa é sua maneira de experimentar o mundo”.

Amanda conta que, além disso, um traço característico nos bebês é só acreditar naquilo que veem. Para eles, a coisa só existe se ela está na frente deles, pois a mente ainda não consegue considerar a existência na ausência.

Por isso, alguns choram quando o adulto brinca de colocar um pano no rosto. Eles acreditam mesmo que a pessoa sumiu”.

O bebê também entra em uma fase de imitar sons que escuta ao redor, e isso faz parte de um desenvolvimento infantil saudável. “É importante estimular as brincadeiras de imitação, como copiar gato e cachorro”, conta.

Essa imitação também acontece nos gestos. Como a coordenação motora está se desenvolvendo, é ótimo incentivar alguns movimentos. Por exemplo, ‘fazer não’ com o dedo ou mandar beijinhos.

Sabe outra coisa legal? O comportamento de imitar favorece uma descoberta interessante: os movimentos geram consequências.

Por isso, os pequenos adoram jogar os brinquedos no chão. Fazem isso incansáveis vezes e observam atentos em todas elas”, exemplifica Amanda. Essa ação também contribui para que aprendam a noção de espaço e altura entre eles e o chão.

Mais um comportamento típico é puxar lençol e toalha ou arrastar objetos de um lugar para outro. Nesse caso, bolas e brinquedos de cordãozinho são interessantes, porque o bebê joga, e o objeto volta para ele. Isso contribui para aprimorar um movimento importante”, ela conta.

Ah, e atenção com utensílios em cima da mesa! Se a criança puxar, ela corre o risco de se machucar com o que cair.

Já finalizando a explicação dessa fase, fica mais um alerta aos pais. “A partir de 1 ano e próximo aos 2, quando a criança está começando a andar, também é preciso muito cuidado com tomadas. Em sua curiosidade de descobrir coisas, elas podem querer enfiar o dedo”, alerta Amanda.

Período pré-operacional

Acontece entre os 2 e os 7 anos.Bem no comecinho, surge a fase egocêntrica”, aponta a psicóloga.

A criança ainda não tem o aspecto afetivo amadurecido, então, sente dificuldade em entender que o outro tem necessidades e vontades diferentes das dela. Pode acontecer, por exemplo, de fazer birra após a mãe falar que, naquele momento, está cansada para brincar.

Por falar em manhas, elas são super esperadas nessa fase. Assim, é preciso que os adultos tenham muita paciência e jogo de cintura (além de umas respirações profundas).

É importante ter empatia com relação aos sentimentos de frustração dos pequenos, conversar e ensinar o certo. Outra coisa fundamental é entender a dificuldade que eles ainda têm em lidar com a raiva.

O egocentrismo também pode ser visto na hora de compartilhar. “A criança ainda não sabe dividir e emprestar brinquedos. Isso precisa ser ensinado, mas com bastante paciência. Se ela está no parquinho e não sente vontade de compartilhar um objeto, por exemplo, é legal conversar, mas respeitar a decisão dela, sem forçar algo”, alerta a psicóloga.

Ela explica que o brinquedo é muito importante para os pequenos e tem um papel especial nessa fase. Daí a lógica de não obrigá-los a emprestar aquilo que é deles. Essa relação da criança com seu objeto preferido pode ser relacionada à do adulto com o carro. Também não sairíamos por aí emprestando nosso veículo a qualquer um que pedisse, certo?

O período da escola chega entre os 4 e os 6 anos. “Ele é muito importante, porque é aí que as crianças aprendem com o coletivo”, considera Amanda. “Assim, os pais precisam entender que o egoísmo é uma fase passageira. A sala de aula contribuirá para dar essa noção de convivência, além de ajudar a desenvolver a personalidade”.

Escolas que promovem a educação inclusiva tendem a ter ótimos ambientes para isso, pois estimulam o convívio com crianças diferentes.

Por volta dessa mesma idade, o faz de conta e a imaginação estão a mil. A criança tem uma grande facilidade para criar e imaginar. É comum qualquer objeto ganhar vida. Uma vassoura, por exemplo, pode virar uma espada ou uma moto.

Junto de tanta criatividade, também chega a fase dos porquês. Perguntas embaraçosas podem surgir, mas é importante não dar uma resposta que desestimule esse interesse, pois ele será primordial ao desenvolvimento da inteligência nas próximas fases.

Período operacional concreto

O operacional concreto vai dos 7 aos 12, e Piaget considera a fase um ponto de virada no desenvolvimento cognitivo.

A partir de agora, a criança consegue pensar de forma operacional, ou seja, resolver as coisas em sua cabeça, usando o raciocínio lógico, mas ainda apresenta limites. “Ela já consegue usar a lógica para resolver problemas, mas apenas os concretos, pois não sabe lidar com o abstrato”, considera Amanda.

Por exemplo, se fizermos duas bolinhas com massinha de modelar e uma delas for transformada em minhoca, a criança consegue entender que apenas o formato mudou, mas que a quantidade de massa continuou igual. Isso ainda não era percebido na fase anterior.

Da mesma forma, se pegarmos água de um recipiente em formato horizontal e a colocarmos em um copo alto e fino, a criança percebe que os dois apresentam a mesma quantidade de líquido.

Tais operações mentais se referem à noção de conservação.

O período também é marcado por regras sociais. As crianças começam a desenvolver empatia e aprendem a noção de reciprocidade. Os sensos de justiça e de ‘certo e errado’, da mesma forma, começam a fazer parte do julgamento”, conta a psicóloga.

Assim, na escola, prestam muita atenção a regras e conceitos, com o objetivo de aplicá-los na vida. Amanda exemplifica: “Se aprenderem sobre leis de trânsito e virem um adulto avançar no sinal amarelo, vão corrigi-lo”.

Nessa idade, também gostam muito das ideias binárias (verdade e mentira, bom e mau, perto e longe). Mais tarde, aprenderão que nem tudo precisa ser extremista, mas, ainda assim, essas noções são importantes nessa hora.

Como mencionamos agora há pouco, a criança ainda não consegue fazer abstrações. “Por isso, é importante ter cuidado com as atitudes, já que ela aprende com os olhos”, alerta a psicóloga. “Isso quer dizer que, se você fala algo e age de outra forma, ela presta mais atenção àquilo que você faz”.

Nós, adultos, conseguimos distinguir isso e entender que as regras têm exceções. A criança dessa idade ainda não”.

Período operacional formal

A fase começa por volta dos 12 anos e vai até a idade adulta. “Agora, a etapa de raciocínio lógico está completa. A criança (quase adolescente) já lida com o abstrato e consegue pensar hipoteticamente”, comenta Amanda.

Essa flexibilidade de pensamento ajuda a avaliar o comportamento das pessoas, fazer críticas e construir seus próprios valores morais. Estimular esse raciocínio será bom para a formação de uma identidade, algo importante para a adolescência.

Aos poucos, há o desenvolvimento da autonomia. Afinal, por já estarem grandinhas, as crianças “já podem assumir responsabilidades, e é legal que a família ajude nisso”, fala a psicóloga.

Ela explica, ainda, que dar essa autonomia depende de questões como a estrutura da família, mas pequenas atividades domésticas — como arrumar a cama, lavar louça e preparar lanches — são simples e muito boas para o criar senso de responsabilidade.

Para Piaget, depois que essa fase estiver finalizada, o indivíduo já atingiu sua forma final de equilíbrio.

E quais marcos devo observar?

Bem, até aqui, você viu o quão rico é o crescimento de uma criança, não é mesmo? Mas é possível que ainda existam dúvidas pontuais, do tipo: “Até que idade meu filho vai fazer isso?” ou “Será que já tinha que estar fazendo aquilo?”. Por isso, separamos um tópico para tratar dos principais marcos de cada idade. Mas lembre-se que isso pode variar de criança para criança, ok?!

1 e 2 anos

Entre 1 e 2 anos, as crianças já estão dando os primeiros passos e falando algumas coisas.

Outra característica forte é a mudança de humor. Amanda explica que um dos motivos para isso é o fato de o bebê já começar a se tornar criança, o que leva os adultos a não cederem tanto aos seus choros.

Algumas pessoas chamam de ‘terríveis 2’, mas eu os considero os ‘maravilhosos 2’. É uma fase de descoberta e há uma ruptura de necessidades. Quando se é bebê, elas são prontamente atendidas. A partir de agora, não mais. Então, é importante entender a frustração da criança, de fazer manha para conseguir o que quer”.

Dos 2 aos 4 anos

Os choros e as birras duram até os 4 anos. Não que depois não existam, mas é que, por enquanto, isso é bem mais forte. Aos 3, a criançada já tem equilíbrio e controle do corpo, podendo, por exemplo, chutar uma bola. Por volta dos 4, as brincadeiras imaginativas são bem fortes.

Dos 5 aos 7 anos

Até os 7 anos, um marco importante é a passagem do mundo imaginário ao concreto”, observa Amanda. “As perguntas começam a mudar, havendo curiosidade, por exemplo, sobre a morte”.

Dos 8 aos 9 anos

Amizades e interesses pessoais têm destaque aqui. É a fase dos amigos sólidos e da definição de preferências sobre atividades, como um esporte.

Dos 10 aos 12 anos

O marco, aqui, é das mudanças hormonais, físicas e emocionais, e isso faz com que a criança apresente comportamentos que não tinha antes”. A psicóloga explica que isso gera uma inconstância nos sentimentos, já que, em alguns momentos, os pequenos não se sentem nem crianças, nem adolescentes.

Como estimular o desenvolvimento infantil?

Ufa! Depois de tanta teoria, agora chegamos à parte prática. Segundo a Amanda, os estímulos propiciados pelos adultos são essenciais para um desenvolvimento infantil saudável e dentro do esperado.

Então, veja só como você pode fazer isso!

Nos 2 primeiros anos

No primeiro ano de vida, o contato com o cuidador principal (que, geralmente, é a mãe, mas pode ser outra pessoa) é o mais importante de tudo, pois o bebê é muito dependente e precisa disso para se sentir seguro”, sugere Amanda.

A psicóloga também recomenda interagir por meio da leitura e da conversa. Quanto mais isso existe, maior a tendência de a criança adquirir um bom vocabulário. O legal é que essas atividades podem ser feitas desde a gestação.

Até os 2 anos, os pequenos são bastante sensoriais. Assim, a indicação é ter brinquedos com texturas e cores diferentes. Além disso, deixá-los fora do berço e do colo ajudará a estimular o tônus muscular.

Os momentos de brincadeiras no tapete e a sensação de macio e duro, por exemplo, são estímulos enriquecedores e antecedem os marcos seguintes.

Amanda explica: “Para a criança ter força ao andar, ela precisa, antes, rastejar, engatinhar. É todo um processo de fortalecimento da musculatura. A mesma coisa acontece com a fala: ela começa a balbuciar as palavras que mais ouve”.

Dos 3 aos 5 anos

Aqui, a psicóloga sugere tudo o que envolve a imaginação: papel, lápis de cor, giz de colorir, tinta, massinha. Essas atividades também são ótimas para a coordenação motora, que é fundamental para a fase de alfabetização.

Livros com gravuras, bonecas, carrinhos, blocos de montar e quebra-cabeça com peças grandes também são boas opções.

Dos 5 aos 7 anos

Aos 5 anos, a criança demonstra interesse pela passagem do tempo. Uma forma de ajudá-la a entender isso é usar um calendário. Assim, ela compreende melhor o que é “hoje”, “ontem” e “amanhã”. Como a alfabetização começa agora, livros são excelentes.

Dos 7 aos 9 anos

As brincadeiras coletivas caem muito bem! Elas ajudam a trabalhar a disciplina, o partilhar, a empatia e a frustração. Por isso, os esportes são indicados — e também ajudam a descobrir melhor os interesses e as habilidades de cada um.

Aulas extracurriculares, como balé e judô, costumam ser bem-aceitas, porém, a dica é não saturar a agenda dos pequenos.

Dos 9 aos 12 anos

As crianças começam a gostar das brincadeiras mais complexas

Os quebra-cabeças com peças menores, as gincanas e os desafios mentais são estimulantes. Tem muito jogo de tabuleiro que é divertido para a família inteira. E o máximo que se puder explorar brincadeiras ao ar livre, além de atividades que contribuam para a imaginação, melhor para o desenvolvimento infantil”, recomenda Amanda.

Atenção

Os estímulos são importantes, mas é melhor não forçar, nem querer acelerar processos, está bem? “Fazer isso pode provocar estresse na criança e gerar um efeito reverso. Ela precisa descobrir as coisas, mas tudo sem excesso”.

Uma vez, durante um trabalho, entrei na sala do Maternal. Havia uma criança lá que já lia aos dois anos de idade, e isso era um orgulho para os pais. O problema é que ela não entendia o que estava lendo. Além disso, tinha grande defasagem no desfralde, no andar e na psicomotricidade. Nessa idade, tais habilidades são mais importantes do que saber ler”, ilustra Amanda.

A mesma coisa vale para a fase da alfabetização. Não adianta ter ansiedade e querer acelerar o processo do filho. Estimular em excesso e colocá-lo em aulas extras não necessariamente traz benefícios.

Em vez disso, vale a pena observar como anda, por exemplo, a capacidade motora fina (movimento de pinça e de segurar o lápis), pois todo o desenvolvimento infantil está interligado.

O que fazer caso a criança não esteja dentro do padrão?

Finalmente, a pergunta que não quer calar: “O que faço se eu tiver dúvidas com relação ao desenvolvimento infantil da criança? E se eu perceber que ela está atrasada?”.

Bem, Amanda nos ajuda com essa: “No primeiro sinal, aconselho buscar um profissional. A internet pode ter boas informações, mas é preciso saber quais são confiáveis. Muitas vezes, esperar que o problema passe sozinho só atrapalha, pois ele aumenta. Por outro lado, nem sempre a criança precisa de um tratamento longo. Pode ser apenas uma orientação pontual, com poucas sessões”.

Ou seja, em vez de ficar muito tempo na incerteza, a melhor atitude é procurar um profissional, como psicólogo, pediatra ou fonoaudiólogo. Ele analisará cada caso e dará um ponto de vista confiável.

Bem, como você viu, o desenvolvimento infantil precisa ser acompanhado de perto, e é legal que os responsáveis ajudem com os estímulos adequados, para que a criança se torne saudável e feliz. Além disso, em caso de dúvidas, nada de pânico, ok? Nessa situação, procurar o profissional da área é a melhor opção.

Gostou do conteúdo? Que tal já começar a colocar o que aprendeu aqui em prática? Confira nossas atividades para crianças e as ajude a ter um ótimo desenvolvimento!

As informações contidas nesse material se baseiam em estudos psicológicos da criança e seu desenvolvimento, e servem de base para ajudá-lo com o desenvolvimento e educação das crianças. Os resultados de tais métodos, podem variar de acordo com cada criança, pois seu desenvolvimento dependerá de aspectos individuais e sociais de cada indivíduo.

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