Família e escola: como ter uma relação saudável e participativa?

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A relação entre família e escola teve uma grande evolução ao longo dos anos. Hoje em dia, pais e responsáveis participam de forma mais ativa das atividades escolares de seus filhos e têm uma maior proximidade com os mestres de ensino.

No entanto, o fato de estar próximo não significa viver uma relação de dependência. É necessário que esse relacionamento seja saudável e produtivo para que a criança consiga ter um bom desenvolvimento cognitivo e responsabilidade social.

Se você quer saber outras informações sobre o tema e adotar boas práticas no seu convívio com a instituição de ensino dos pequenos, não deixe de conferir os tópicos abaixo. Tenha uma boa leitura!

Por que família e escola precisam trabalhar juntas?

Apesar de a tecnologia ter possibilitado o surgimento de vários ambientes virtuais, em que é possível adquirir e compartilhar conhecimentos de diferentes assuntos, a escola ainda é o principal caminho para a formação de um cidadão. Vivemos uma realidade muito diferente da que os chamados baby boomers, nascidos entre 1940 e 1960, viveram.

Além de incentivar a rotina de estudos em casa, os pais estão presentes nas reuniões e conduzem um bom relacionamento com os professores dos filhos. Esse comportamento acontece porque muitos já entenderam que uma educação que continua nos principais locais frequentados pelo estudante ajuda no entendimento da criança e faz com que ela se mostre cada vez mais interessada em aprender.

Como os pais devem agir para manter uma boa relação?

Como falamos, não é interessante criar uma relação de dependência, em que os pais usam a facilidade de comunicação (pessoalmente ou via internet) para criticar tarefas ou fazer outras reclamações que saiam do ambiente educacional. O ponto principal é desenvolver um bom relacionamento entre família e escola.

Assim, todas as partes podem dialogar de uma maneira construtiva e de acordo com as etapas do desenvolvimento infantil. Uma gestão colaborativa faz com que adultos e crianças aperfeiçoem seus comportamentos ao aprender a viver de forma respeitosa, em sociedade, com as diferenças e demais situações vividas pelo outro.

Por exemplo, eles poderão usar as reuniões de pais e mestres ou eventualidades pontuais, como a entrega de boletins, na intenção de avaliar o andamento da aprendizagem da disciplinas e do convívio social com os coleguinhas de classe.

Outro fator familiar importante é entender a metodologia usada na hora de lecionar. A família poderá compreender como é feita e assimilar no comportamento em casa, na hora de ajudar nas lições de casa ou de incentivar o aprimoramento do conhecimento por meio de pesquisas na internet.

Como relacionar educação à responsabilidade social?

Muitos não sabem, mas os pais podem participar de forma ativa das ações educacionais como um todo, e não apenas aquelas que dizem respeito aos assuntos específicos de cada criança. O objetivo é melhorar a qualidade dos ensinos prestados e ajudar na construção de um ambiente saudável para o convívio social de todos.

Não podemos nos esquecer de que o conhecimento precisa sempre ser alimentado para que possamos evoluir e viver bem em sociedade. Essa ajuda entre família e escola faz com que esse ambiente fique melhor e proporcione uma grande evolução no processo de aprendizado dos pequenos.

Essa valorização torna possível a construção de atividades que aumentam o poder da leitura, a diversão com os familiares e outras tarefas que estimulam a criatividade desses indivíduos. São atitudes benéficas que geram boas consequências no futuro.

Você aprendeu como é possível manter uma relação saudável e participava entre família e escola. Portanto, aposte nessas medidas para que todas as crianças possam ter um melhor desenvolvimento social.

Continue conosco e veja este artigo que fala sobre o papel do professor na educação e como os pais podem ajudar.

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